sábado, 19 de setembro de 2009

Odir Nunes e o Serviço Social do “Cemitério





A moção de número 674/2009 do Vereador Odir Nunes (DEM), traz a relevante informação; "Aplaude o Serviço Social do Cemitério - SESC, pela modernização e ampliação dos serviços da unidade de Joinville". Isso mesmo, “aplaude” e “cemitério”.

Com fim do diploma, curso promete formar jornalista em 45 horas

“Diploma não é necessário. Para trabalhar como Jornalista, faça um curso rápido”. É dessa maneira que a empresa Cursos 24 Horas anuncia treinamento para pessoas interessadas em trabalhar com jornalismo na Internet. Com custo de R$ 40 e duração de 45 horas, o curso promete formar “um Cyber Repórter de sucesso”.

“A queda da obrigatoriedade do diploma continua incentivando o surgimento de maus profissionais. Depois dos concursos sem exigência do diploma, agora há um site na internet oferecendo um curso completo de jornalismo online em apenas 45 horas, ou seja, menos de dois dias corridos. Um verdadeiro curso caça-níqueis”, manifestou o Sindicato dos Jornalistas do Ceará em seu site.

O supervisor de atendimento da empresa, Luiz Henrique Campos, defende o curso, afirmando que os alunos formados “têm todas as condições para trabalhar com jornalismo online”.

Campos explica que a duração de 45 horas é apenas uma estimativa, que varia de acordo com o interesse do aluno. Diz ainda que existe um professor disponível para tirar todas as dúvidas e ressalta a facilidade do curso totalmente online, que pode ser feito em qualquer horário, de qualquer lugar.

Sobre a qualidade, afirma que o curso existe desde 2003 e existem ex-alunos trabalhando na área. "Principalmente agora que não precisa mais do diploma”.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Franklin Martins é condenado a indenizar Collor por chamá-lo de "chefe de quadrilha" em revista

O jornalista Franklin Martins, atual ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social do governo Lula, foi condenado pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) a indenizar o senador Fernando Collor de Mello por danos morais. Em matéria publicada na revista Brasília em Dia em julho de 2005, o ex-presidente foi chamado de corrupto, ladrão e "chefe de quadrilha".

O jornalista Marcone Formiga e a editora Dom Quixote também foram condenadas a pagar indenização de R$ 50 mil a Collor. Em primeira instância, o senador havia perdido a ação. No entanto, ele recorreu e teve uma decisão favorável do TJ-RJ, informou o Terra.


Segundo o desembargador Renato Ricardo Barbosa, relator do processo, "os meios de comunicação têm, em sua natureza primordial, finalidade social e informativa, mas tais atividades devem ser exercidas com critério e segurança, sob pena de se colocar em risco a segurança e a honra subjetiva dos cidadãos e de responder, civil e criminalmente, por tais desmedidos atos. Sob o critério da proporcionalidade, cede o direito de informar à proteção a honra".

Para ele, a reportagem não expôs os fatos, mas teve cunho opinativo, e Collor foi absolvido das acusações que sofreu na esfera criminal. "Na hipótese há que se ressaltar que o apelante é homem público, ex-presidente da República, atualmente senador, e que foi absolvido em ação penal de todas as denúncias a ele imputadas, inclusive pelo Supremo Tribunal Federal, o que demonstra a amplitude do dano à sua honra e imagem com a veiculação da reportagem", completou.

Aborto: PT afasta dois deputados que são contrários ao aborto

O PT tem uma posição partidária clara em favor do aborto. E dois deputados da legenda, Luiz Bassuma (BA) e Henrique Afonso (AC), sempre adotaram medidas extremas contra o ponto de vista do partido. Essa falta de sintonia, enfim, levou o PT a punir os dois filiados. Bassuma e Henrique Afonso tiveram os direitos partidários suspensos.

A pena mais severa caiu para o parlamentar baiano, proibido durante um ano de participar de decisões na legenda e na Câmara. O partido também determinou que ele retire todos os projetos de lei contrários à descriminalização do aborto, o proibiu de participar de comissões parlamentares. Não poderá votar nem ser votado nas eleições internas. E dificilmente terá a legenda para disputar o pleito do ano que vem.

Luiz Bassuma disse que não pretende seguir as determinações do PT. Afirmou que irá ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra a decisão do Diretório Nacional. O parlamentar buscou transformar seu processo de quebra de ética partidária numa discussão sobre como o partido trata o aborto. %u201CEu deveria ter sido absolvido ou expulso. Não faz sentido optarem pela suspensão. Vou continuar defendendo o direito à vida e contra o aborto, disse.

Como é de praxe a discussão interna do PT foi acalorada. Até deputados contra o aborto defenderam o afastamento do colega. O secretário-geral da legenda, José Eduardo Cardozo (SP), disse que Bassuma não se limitava a defender suas ideias, ele atacava e enfrentava quem tinha posição divergente.Decidimos suspendê-lo não por sua convicção, mas por ter uma postura militante, agressiva e de ameaças contra pessoas que defendem o aborto%u201D, sustentou Cardozo. Henrique Afonso também respondeu a processo por ser contra o aborto, mas recebeu pena mais branda. Ele teve suspensão por 90 dias.

Fonte: Correio Braziliense

Secretaria Municipal de Saúde de Joinville ma mira do Ministério Público

A promotora Rosemary Machado Silva, da 15ª Promotoria de Justiça da comarca de Joinville, instaurou um procedimento preparatório no último dia 02, para apurar denúncia contra a Secretaria Municipal de Saúde. Trata-se da suposta falta de sondas, seringas, gaze e luvas na rede municipal de saúde.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Viajar é preciso?
































Juarez Pereira e Quinzinho! Curso em Brasília.

Mais viagens foram custeadas com o erário público durante o mês de agosto. Viajaram a Brasília, para participar de um Congresso, os vereadores Juarez Pereira (PPS) e Joaquim Alves dos Santos (PSDB). A justificativa de Juarez? Ajudar nos debates do orçamento participativo. Durante três dias, a dupla permaneceu no Distrito Federal.

Sandro Silva! Um bate papo no Rio de Janeiro

Já seu companheiro de partido e presidente da Câmara de Veradores, Sandro Silva (PPS), preferiu a Cidade Maravilhosa e voou para o Rio de Janeiro. O motivo de Sandro foi um conversa Com Paulo Pinheiro, vereador daquela cidade. Além de Pinheiro, o vereador Sandro também bateu um papo com o 1º Vice-Presidente Vereador do Rio de Janeiro, o ator global, Stepan Nercessian. Tudinho pago por nós.

Eu também quero

Depois de Sandro, foi a vez do vereador tucano Mauricio Peixer bater asas para a capital carioca. Peixer achou importante ficar cinco dias no Rio participando de um cursinho pago com os impostos do joinvilense.

Está tudo lá, no Jornal do Município. Somente não consta o efetivo benefício para o joinvilense e nem os valores gastos com as diárias dessas viagens.

Ex-Prefeito de Pomerode que responde processo ao lado dos irmãos Pizzolatti é preso

O ex-Prefeito de Pomerode, Henrique Drews Filho, foi preso no dia 11 de setembro de 2009 em cumprimento a uma condenação criminal em ação proposta pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), da qual não cabe mais recurso. Ele está cumprindo pena de cinco anos e seis meses de reclusão, em regime semi-aberto, no Presídio Regional de Blumenau. A condenação é resultante de ação penal proposta pelo Ministério Público pelo desvio de verbas públicas em proveito próprio que, na época dos fatos (1997 e 1998), somavam mais de R$ 300 mil.

Segundo apurou o Ministério Público, Drews Filho efetuou empréstimos com particulares (pessoas fisicas e jurídicas), em nome da Associação dos Servidores Públicos Municipais de Pomerode, que foram pagos com recursos da Prefeitura Municipal. O MPSC demonstrou ao Judiciário que houve irregularidade nas operações, tendo sido efetuado pagamento de valores expressivos a título de juros pelos empréstimos.

O Ministério Público também apurou que, para encobrir o desvio diante de auditoria que foi realizada pelo Tribunal de Contas do Estado, o então Prefeito também efetuou alterações no orçamento municipal em vigor, com aprovação do Legislativo, simulando transferências de recursos para a Associação de Servidores, que não foram efetivamente repassados à entidade. A sentença criminal foi proferida no primeiro grau e confirmada pelo Tribunal de Justiça, que negou a apelação criminal movida pelo ex-Prefeito. O processo já transitou em julgado, não cabendo mais recurso da decisão

Secretário de Carlito responde ação junto com ex-prefeito preso

O ex-prefeito Henrique também responde a outra Ação Civil Pública. Nessa, figuram ao seu lado os réus, João Alberto Pizzolatti Junior, deputado federal pelo PP, Ariel Arno Pizzolatti, que é irmão do deputado e atualmente é secretário de infraestrutura urbana de Joinville. Também fazem parte do processom os ex-prefeitos Reimund Viebrantz e Magrit Krueger .

De acordo com o MPSC, em 1997 o Município de Pomerode, comandado à época por Drews Filho, realizou licitação, depois renovada anualmente por mais cinco vezes pelos seus dois sucessores, Reimund e Magrit, para contratar "serviços de assessoria e consultoria técnica na elaboração e acompanhamento de projetos nas áreas de financiamento e desenvolvimento urbano", quando a Prefeitura dispunha de funcionários com capacitação técnica em seu quadro de pessoal. A empresa contratada foi a Pizzolatti Engenharia e Consultoria Ltda, de propriedade do parlamentar e de seu irmão, o engenheiro Ariel Pizzolatti.

Foram pagos à empresa dos irmãos Pizzolatti, mais de R$ 220 mil, de agosto de 1997 até junho de 2001. Mas antes mesmo da realização da licitação a empresa já havia recebido da Prefeitura, no dia 22 de julho de 1997, o valor de R$ 1.920,00.

O vício também ficou caracterizado desde a primeira licitação no fato de terem concorrido outras duas empresas de sócios em comum. Após a primeira contratação, a Pizzolatti Engenharia e Consultoria, alterou seu contrato social para Urbe Engenharia e Consultoria Ltda. Segundo o promotor, todos as licitações foram homologadas pelos ex-prefeitos condenados sem considerar que a Constituição Federal expressamente proíbe qualquer parlamentar de firmar ou manter contrato com pessoa jurídica de direito público. Eles foram condenados pela comarca de Pomerode e tiveram os bens indisponibilizados. Eles entraram com recurso no Tribunal de Justiça de Santa Catarina, para que seus bens fossem desbloqueados, o que foi negado pela Procuradoria Geral de Justiça.