segunda-feira, 21 de março de 2011

Fenaj publica nota de repúdio contra agressão a fotógrafo dA Gazeta de Joinville

A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) publicou em seu site, uma nota de repúdio contra a covarde agressão de Sidney Martins Carlos, vulgo Sid, o qual, é proprietário da  Guincho Truck Auto Socorro Ltda, empresa contratada pela Companhia de Desenvolvimento e Urbanização de Joinville (Conurb).

quinta-feira, 17 de março de 2011

Veto ao PL que exige diploma de jornalismo no serviço público estadual será apreciado nos próximos dias

 

O Projeto de Lei 63/2010, aprovado por unanimidade em dezembro passado, na Assembléia Legislativa do Estado de Santa Catarina (Alesc), volta à pauta no Parlamento. Nos próximos dias, os deputados irão apreciar o veto recomendado pelo governador Raimundo Colombo ao Projeto. 

O Projeto de Lei, de autoria do deputado e jornalista Kennedy Nunes, estabelece a exigência da formação superior em jornalismo para a contratação de profissionais para a específica função no serviço público estadual. 
 
Com visitas quase diárias à Assembléia Legislativa, Rubens Lunge, presidente do Sindicato dos Jornalistas de Santa Catarina (SJSC)tem buscado apoio dos parlamentares e assessorias para a aprovação do texto. Para Rubens, além de garantir qualidade no jornalismo no serviço público, o Projeto de Lei significa vitória da categoria na luta pelo reconhecimento da profissão. 

Para tornar lei a proposta, é necessário que a maioria simples dos deputados presentes votem contra o veto. Até agora, 29 dos 40 deputados declararam apoio ao Projeto. 

Dia 22 de fevereiro, a Comissão Permanente de Constituição e Justiça, presidida pelo deputado Romildo Titon (PMDB) votou pela admissibilidade do veto. Acordos entre parlamentares e o SJSC, bem como o feriado de Carnaval fizeram com que a apreciação, que teria até 5 de março para ocorrer, fosse transferida da pauta nas sessões de votação na Assembléia. Nesta semana, a ausência do deputado Kennedy Nunes (PP) às sessões foi o motivo do adiamento. Em viagem à China, Kennedy não teria a oportunidade de defender o projeto de sua autoria. O deputado volta ao país neste final de semana.

Dia 3, último, o SJSC publicou matéria do placar de votos dos parlamentares.

Histórico:
 
>8 de Dezembro/2010: deputados estaduais aprovam, por unanimidade, o Projeto de Lei 63/2010, na Alesc. (Matéria no site)

>17 de Janeiro: por indicação da Procuradoria Geral do Estado, Raimundo Colombo veta o PL. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União em 18 de janeiro.

>18 de Janeiro: o SJSC tem audiência com o governador Raimundo Colombo para tratar do assunto. A audiência seria realizada dia 11, mas foi adiada.(Matéria no site)

>19 de janeiro: em audiência na Casa Civil, com Leandro Zanini, diretor de assuntos legislativos da Secretaria de Estado de Coordenação e Articulação (Casa Civil) e Cláudia de Conto, diretora de Imprensa da Secretaria de Comunicação Social do governo, o SJSC pede explicações sobre a justificativa do veto. Na ocasião, o governo se compromete a contratar apenas jornalistas com formação superior específica durante seu mandato. (Matéria no site) 

>Nos meses de Fevereiro e Março, o SJSC faz visitas seguidas à Alesc. O objetivo é sensibilizar os deputados sobre a importância do PL e solicitar a confirmação do voto de cada um dado a favor da proposta, como em 8 de dezembro. 

>O SJSC inicia campanha de envio de e-mails aos deputados, pedindo a derrubada do veto.  

> Dia 22 de Fevereiro, a Comissão Permanente de Constituição e Justiça, presidida pelo deputado Romildo Titon (PMDB) votou pela admissibilidade do veto.


Compatível com o mercado. Bethânia poderia gastar até mais de R$ 1,3 milhão com videoblog


Internautas brasileiros se revoltaram com a notícia de que o Ministério da Cultura autorizou a cantora Maria Bethânia a captar R$ 1,3 milhão para o blog "O Mundo Precisa de Poesia”, que reunirá vídeos com interpretações da cantora para grandes obras.

Os 365 vídeos, um para cada dia do ano, serão dirigidos por Andrucha Waddington, famoso cineasta. O valor do blog e a escolha do cineasta para dirigir os vídeos causaram polêmica. Muitos internautas questionam se Maria Bethânia não conhece o Wordpress, Blogspot e YouTube, ferramentas gratuitas.

Os valoresPara criar um blog institucional completo muitas empresas cobram entre R$ 10 e 20 mil. Por esse motivo, os internautas questionaram os valores. No entanto, para a gravação de vídeos, uma produtora cobra, em média, entre R$ 10 e R$ 15 mil a diária, o que permite a gravação de até quatro vídeos. Levando em conta esses números, a cantora gastaria mais de R$ 1,3 milhão apenas com 365 clipes.

Mesmo assim, os internautas dizem estar indignados. Os termos Maria Bethânia, #bolsablog, Andrucha, Lei Rouanet, e MinC dominam o Trending Topics Brasil, como um dos assuntos mais comentados no Twitter. O nome da cantora também aparece no TT mundial.

“Ela nunca ouviu falar em Blogspot? Puta falta d sacanagem! MariaBethânia terá R$ 1,3 milhão (do gov.) p/ criar blog” - @MarioComR

“Quantos grupos teatrais, de dança, quantos músicos sofrem para serem aprovados na Lei Rouanet e a Maria Bethania consegue a aprovação...” - @fabiorocha89j

Um internauta lançou “O blog da Bethânia – Um milhão de motivos para você acessar”, para satirizar a cantora.

No final da tarde desta quarta-feira (16/3), o Ministério da Cultura divulgou uma nota, em que esclarece que projeto de Maria Bethânia foi aprovado, mas que a autorização para captar o dinheiro em empresas e instituições não garante a verba, apenas permite que a cantora busque os recursos.

Em todo caso, o dinheiro público, ainda que indiretamente, faz parte da polêmica, já que as empresas que apoiarem o blog poderão abater, do imposto de renda, o valor doado ao projeto da cantora.

Confira a íntegra da nota:

Nota de Esclarecimento 

Em relação à aprovação do projeto de blog da cantora Maria Bethânia para captação via Lei do Audiovisual, o Ministério da Cultura informa:
• O projeto em questão (Pronac 1012234) foi aprovado pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC), que reúne representantes de artistas, empresários, sociedade civil (de todas as regiões do país) e do Estado;
• Esta aprovação, que seguiu estritamente a legislação, não garante, apenas autoriza a captação de recursos junto à sociedade;
• Os critérios da CNIC são técnicos e jurídicos; assim, rejeitar um proponente pelo fato de ser famoso, ou não, configuraria óbvia e insustentável discriminação;
• Todas as reuniões deliberativas da CNIC têm transmissão em áudio em tempo real pelo site do MinC (
www.cultura.gov.br), acessível a qualquer cidadão.
 
Assessoria de Comunicação do Ministério da Cultura

Fonte: Comunique-se -  Izabela Vasconcelos



 

terça-feira, 15 de março de 2011

três novos desembargadores no Tribunal de Justiça de Santa Catarina

O presidente do Tribunal de Justiça, desembargador José Trindade dos Santos, empossou em seu  gabinete na tarde do dia 15, os três novos desembargadores do Judiciário catarinense. Oriundos da OAB pelo quinto constitucional e indicados pelo governador Raimundo Colombo, tomaram posse João Batista Goés Ulyssea e Ronei Danielli. Como magistrado de carreira, pelo critério de merecimento, tomou posse Luiz Fernando Boller.

   A cerimônia, marcada pela simplicidade, reuniu magistrados, familiares, diretores, assessores e servidores do TJ na sala de reuniões do Gabinete da Presidência. “Tenho certeza de que os senhores, com esforço e dedicação, abrilhantarão ainda mais a Justiça de Santa Catarina”, destacou o presidente do TJ, ao dirigir-se aos novos colegas.

   O desembargador Nelson Juliano Schaefer Martins, em nome do Tribunal, saudou os novos desembargadores, oportunidade em que destacou os predicados de cada um dos nomeados. O recém-empossado desembargador Luiz Fernando Boller, como magistrado de carreira, fez breve discurso em nome do grupo, e afiançou que pretende continuar a desempenhar com pleno vigor sua atividade, em busca da efetividade e celeridade da Justiça.

sábado, 12 de março de 2011

Repulsa ao marido fedorento

Repulsa ao marido fedorento

Uma egípcia pediu e obteve o divórcio em um tribunal do Cairo,  depois de alegar que não suportava mais  


"a falta de higiene e o mau cheiro do marido". O casal vivia junto havia oito anos e morava com seus três filhos no bairro residencial de Nasr City, no Cairo. Apesar das aparências de tranquilidade conjugal, a mulher vivia um verdadeiro drama, porque o marido decidira, havia dez meses, não tomar mais banho.

"Quero a liberdade, não tentem me reconciliar. Não suporto mais seu cheiro", implorou a mulher, após relatar ao juiz seu sofrimento físico e psicológico com a falta de higiene do marido.

O marido foi intimado para dar explicações em audiência, mas como ele não compareceu o juiz concedeu o divórcio. Não foi divulgado o teor da sentença, mas é possível que o magistrado tenha reconhecido a "incompatibilidade de odores".
Fonte: www.espacovital.com.br

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

TV Record: Juca Kfouri afirma que emissora usa dinheiro dos fiéis da Universal

O jornalista Juca Kfouri declarou que o dinheiro da TV Record vem dos fiéis da Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd). A afirmação de Juca foi feita nesta quinta-feira (24/2), em sua coluna na Folha de S. Paulo. A emissora de TV e a igreja pertencem ao mesmo empresário, Edir Macedo.

A critica de Juca ao canal 7 de São Paulo está relacionada ao fato de seis clubes terem deixado o Clube dos 13 para negociar de forma independente os direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro. De acordo com o colunista, a briga entre os times e a entidade aconteceu "porque os que saíram (Botafogo, Corinthians, Coritiba, Flamengo, Fluminense e Vasco da Gama) não querem saber de mudanças e preferem a Globo".

"Eu, aliás, também preferiria, ainda mais que o dinheiro da Record é uma forma de concorrência desleal, porque da Iurd. Só os adeptos daquele chinês que não se importa com a cor do gato, desde que ele coma ratos, não dão bola à origem do dinheiro, como o Corinthians, com o aval de seu atual presidente, não se importou com a grana da MSI", diz Juca, em sua coluna, ao mostrar que também prefere ter sua imagem exibida na emissora da família Marinho.

Comentário parecido

Na noite desta quarta-feira (23/2), o jornalista já havia feito criticas à TV Record durante participação na jornada esportiva da CBN. Em conversa com o narrador Marcelo Gomes e com o apresentador Paulo Massini, Juca declarou que o dinheiro da emissora de Edir Macedo vem "da fé" e que as agências de publicidade preferem divulgar produtos na TV Globo, ao invés de veicularem na Record.

Antes disso, no quadro "Momento do Esporte", durante o "Jornal da CBN 2ª Edição", Juca questionou a parcialidade da Record. "A Record bateu no Andrés não foi por razões jornalísticas, foi pelo fato de ele ser a favor da Globo", disse.

Procurada pela reportagem, a Record disse que não irá se manifestar sobre as declarações de Juca.

COMUNIQUE-SE

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Dona de O Dia irá criar Redação em Brasília e aposta na integração de conteúdo

O grupo Ejesa (dono dos jornais O Dia, Brasil Econômico, Meia Hora e Marca Br), anunciou que irá lançar uma Redação em Brasília, para abastecer seus jornais com conteúdo da capital federal. Ainda este ano, além da nova Redação em Brasília e de novas instalações no Rio de Janeiro, a empresa investirá na integração das Redações de seus títulos.

"Vamos instalar uma equipe em Brasília que vai produzir conteúdo sobre o poder econômico e político para alimentar os nossos jornais. Não vai ser um veículo por si só, mas vai ser uma Redação que vai alimentar os nossos vários títulos”, explica Maria Alexandra.

A Redação do O Dia, Meia Hora e Marca Br, atualmente localizada no centro do Rio de Janeiro, passará a ocupar um prédio no bairro Cidade Nova, também na região central. Com a mudança, a empresa pretende integrar as Redações.

Integração

“Com a integração, o melhor jornalista de cada tema, com a sua equipe, trabalha com um conjunto de títulos, que depois serão adaptados ao seu público. Então vamos ter os melhores jornalistas especializados, com conteúdos que se adaptem ao seu título ou plataforma (mpresso, web, iPad). Isso não quer dizer que eu não dê importância para as marcas. Eu considero as nossas marcas artigos valiosos. Cada marca tem uma personalidade única”, explica Maria Alexandra Mascarenhas Vasconcellos, presidente do Conselho de Administração da Ejesa.

Alexandre Freeland, diretor executivo da empresa, conta que já existe integração entre o online e o impresso, mas que essa convergência será ainda maior. “Atualmente existe uma sinergia fantástica entre o online e o impresso. Queremos transportar essa sinergia para diferentes plataformas”, afirma.

Ele também explica que a convergência gera empregos nas duas cidades. "Os postos de trabalho em SP também criaram novas oportunidades de empregos aqui no Rio de Janeiro. Por exemplo, temos a infografia compartilhada, que gerou empregos no Rio e em São Paulo".

Crescimento


Quando foi criada, em setembro de 2009, a Ejesa contava com 96 colaboradores. Hoje, com a compra do O Dia e novas contratações, já são 1.200, 334 destes no Brasil Econômico. Ao todo, o grupo tem uma audiência de três milhões de leitores por dia.

O Dia, que irá completar 60 anos em 2011, representa a maior receita da empresa, que fechou 2010 com média 60.057 exemplares vendidos diariamente. No entanto, é o Meia Hora que circula nas mãos de um número maior de leitores, com uma média de 157.654 de circulação diária. O jornal é vendido a preço popular, R$ 0,50.

Maria Alexandra visita as obras das novas instalações da Redação, ao lado de Alexandre Freeland (Foto: João Laet)


classe C abriu as portas

Maria Alexandra enfatiza que o crescimento da classe C foi determinante para a criação da empresa. “A classe C e o que está acontecendo no Brasil, em contraste com o resto do mundo, foi o que me convenceu a investir e criar a Ejesa. Só, e mais nada. Com a entrada de dezenas de milhões à classe C, e com milhões de estudantes que vão rapidamente ingressar no mercado de trabalho e são consumidores da informação, o Brasil está vivendo um momento único”, diz.

Concorrência entre populares

O mercado de títulos populares é cada vez mais disputado. Dos dez jornais brasileiros mais vendidos, quatro são populares, mas Maria Alexandra diz estar confiante. “Nós achamos que o Meia Hora é diferenciado. O Meia Hora é um dos nossos best-sellers, tem um índice de leitura que é uma loucura (2 milhões e 600 mil pessoas). É um jornal que circula nas mãos de muita gente".

Diferente do que acontece no Rio de Janeiro, em São Paulo o Meia Hora não encontra concorrentes com preço de capa similar. Mas há os jornais gratuitos, no entanto o grupo não se preocupa com esse tipo de veículo. “Eles têm uma área de atuação muito definida e numa região geográfica que eles procuram privilegiar o consumidor das classes A e B, e o nosso negócio é trabalhar com a classe C. Então o Meia Hora não tem concorrentes em São Paulo”, explica o novo diretor executivo do grupo, Paulo Fraga.

Desfiliação da ANJ

Em julho de 2010, a Ejesa pediu a desfiliação dos veículos do grupo da Associação Nacional de Jornais, após ter sido acusada pela entidade de violar o limite de 30% de capital estrangeiro na empresa. Para Maria Alexandra, que é brasileira, detém mais de 70% da participação da empresa, e conta com uma participação de menos de 30% do grupo português Ongoing Participações S.A, a acusação é absurda.

“Nós consideramos que essa atitude da ANJ é completamente incompreensível e inaceitável. Será que eles estão colocando as minhas competências como empresária em questão por eu ser mulher? Ou será medo da concorrência. Talvez seja mais por aí”, criticou.

Desafios e objetivos

Atualmente, os desafios e objetivos do grupo são atingir ainda mais praças de circulação dos jornais, criar a Redação em Brasília e aumentar a circulação do Brasil Econômico, que a empresa considera estar em um bom caminho, mas que pode crescer ainda mais. Atualmente, o Brasil Econômico, lançado em outubro de 2009, conta com uma tiragem de 40 mil exemplares, contra 54 mil de seu principal concorrente, o Valor Econômico. “Queremos transformá-lo no maior”, afirma Maria Alexandra.

Izabela Vasconcelos - Comunique-se