Internautas brasileiros se revoltaram com a notícia de que o Ministério da Cultura autorizou a cantora Maria Bethânia a captar R$ 1,3 milhão para o blog "O Mundo Precisa de Poesia”, que reunirá vídeos com interpretações da cantora para grandes obras. Os 365 vídeos, um para cada dia do ano, serão dirigidos por Andrucha Waddington, famoso cineasta. O valor do blog e a escolha do cineasta para dirigir os vídeos causaram polêmica. Muitos internautas questionam se Maria Bethânia não conhece o Wordpress, Blogspot e YouTube, ferramentas gratuitas. Os valoresPara criar um blog institucional completo muitas empresas cobram entre R$ 10 e 20 mil. Por esse motivo, os internautas questionaram os valores. No entanto, para a gravação de vídeos, uma produtora cobra, em média, entre R$ 10 e R$ 15 mil a diária, o que permite a gravação de até quatro vídeos. Levando em conta esses números, a cantora gastaria mais de R$ 1,3 milhão apenas com 365 clipes. Mesmo assim, os internautas dizem estar indignados. Os termos Maria Bethânia, #bolsablog, Andrucha, Lei Rouanet, e MinC dominam o Trending Topics Brasil, como um dos assuntos mais comentados no Twitter. O nome da cantora também aparece no TT mundial. “Ela nunca ouviu falar em Blogspot? Puta falta d sacanagem! MariaBethânia terá R$ 1,3 milhão (do gov.) p/ criar blog” - @MarioComR “Quantos grupos teatrais, de dança, quantos músicos sofrem para serem aprovados na Lei Rouanet e a Maria Bethania consegue a aprovação...” - @fabiorocha89j Um internauta lançou “O blog da Bethânia – Um milhão de motivos para você acessar”, para satirizar a cantora. No final da tarde desta quarta-feira (16/3), o Ministério da Cultura divulgou uma nota, em que esclarece que projeto de Maria Bethânia foi aprovado, mas que a autorização para captar o dinheiro em empresas e instituições não garante a verba, apenas permite que a cantora busque os recursos. Em todo caso, o dinheiro público, ainda que indiretamente, faz parte da polêmica, já que as empresas que apoiarem o blog poderão abater, do imposto de renda, o valor doado ao projeto da cantora. Confira a íntegra da nota: Nota de Esclarecimento Em relação à aprovação do projeto de blog da cantora Maria Bethânia para captação via Lei do Audiovisual, o Ministério da Cultura informa: • O projeto em questão (Pronac 1012234) foi aprovado pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC), que reúne representantes de artistas, empresários, sociedade civil (de todas as regiões do país) e do Estado; • Esta aprovação, que seguiu estritamente a legislação, não garante, apenas autoriza a captação de recursos junto à sociedade; • Os critérios da CNIC são técnicos e jurídicos; assim, rejeitar um proponente pelo fato de ser famoso, ou não, configuraria óbvia e insustentável discriminação; • Todas as reuniões deliberativas da CNIC têm transmissão em áudio em tempo real pelo site do MinC (www.cultura.gov.br), acessível a qualquer cidadão. Assessoria de Comunicação do Ministério da Cultura |
quinta-feira, 17 de março de 2011
Compatível com o mercado. Bethânia poderia gastar até mais de R$ 1,3 milhão com videoblog
terça-feira, 15 de março de 2011
três novos desembargadores no Tribunal de Justiça de Santa Catarina
O presidente do Tribunal de Justiça, desembargador José Trindade dos Santos, empossou em seu gabinete na tarde do dia 15, os três novos desembargadores do Judiciário catarinense. Oriundos da OAB pelo quinto constitucional e indicados pelo governador Raimundo Colombo, tomaram posse João Batista Goés Ulyssea e Ronei Danielli. Como magistrado de carreira, pelo critério de merecimento, tomou posse Luiz Fernando Boller.
A cerimônia, marcada pela simplicidade, reuniu magistrados, familiares, diretores, assessores e servidores do TJ na sala de reuniões do Gabinete da Presidência. “Tenho certeza de que os senhores, com esforço e dedicação, abrilhantarão ainda mais a Justiça de Santa Catarina”, destacou o presidente do TJ, ao dirigir-se aos novos colegas.
O desembargador Nelson Juliano Schaefer Martins, em nome do Tribunal, saudou os novos desembargadores, oportunidade em que destacou os predicados de cada um dos nomeados. O recém-empossado desembargador Luiz Fernando Boller, como magistrado de carreira, fez breve discurso em nome do grupo, e afiançou que pretende continuar a desempenhar com pleno vigor sua atividade, em busca da efetividade e celeridade da Justiça.
A cerimônia, marcada pela simplicidade, reuniu magistrados, familiares, diretores, assessores e servidores do TJ na sala de reuniões do Gabinete da Presidência. “Tenho certeza de que os senhores, com esforço e dedicação, abrilhantarão ainda mais a Justiça de Santa Catarina”, destacou o presidente do TJ, ao dirigir-se aos novos colegas.
O desembargador Nelson Juliano Schaefer Martins, em nome do Tribunal, saudou os novos desembargadores, oportunidade em que destacou os predicados de cada um dos nomeados. O recém-empossado desembargador Luiz Fernando Boller, como magistrado de carreira, fez breve discurso em nome do grupo, e afiançou que pretende continuar a desempenhar com pleno vigor sua atividade, em busca da efetividade e celeridade da Justiça.
sábado, 12 de março de 2011
Repulsa ao marido fedorento
Repulsa ao marido fedorento
Uma egípcia pediu e obteve o divórcio em um tribunal do Cairo, depois de alegar que não suportava mais
"a falta de higiene e o mau cheiro do marido". O casal vivia junto havia oito anos e morava com seus três filhos no bairro residencial de Nasr City, no Cairo. Apesar das aparências de tranquilidade conjugal, a mulher vivia um verdadeiro drama, porque o marido decidira, havia dez meses, não tomar mais banho.
"Quero a liberdade, não tentem me reconciliar. Não suporto mais seu cheiro", implorou a mulher, após relatar ao juiz seu sofrimento físico e psicológico com a falta de higiene do marido.
O marido foi intimado para dar explicações em audiência, mas como ele não compareceu o juiz concedeu o divórcio. Não foi divulgado o teor da sentença, mas é possível que o magistrado tenha reconhecido a "incompatibilidade de odores".
Fonte: www.espacovital.com.br Uma egípcia pediu e obteve o divórcio em um tribunal do Cairo, depois de alegar que não suportava mais
"a falta de higiene e o mau cheiro do marido". O casal vivia junto havia oito anos e morava com seus três filhos no bairro residencial de Nasr City, no Cairo. Apesar das aparências de tranquilidade conjugal, a mulher vivia um verdadeiro drama, porque o marido decidira, havia dez meses, não tomar mais banho.
"Quero a liberdade, não tentem me reconciliar. Não suporto mais seu cheiro", implorou a mulher, após relatar ao juiz seu sofrimento físico e psicológico com a falta de higiene do marido.
O marido foi intimado para dar explicações em audiência, mas como ele não compareceu o juiz concedeu o divórcio. Não foi divulgado o teor da sentença, mas é possível que o magistrado tenha reconhecido a "incompatibilidade de odores".
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
TV Record: Juca Kfouri afirma que emissora usa dinheiro dos fiéis da Universal
O jornalista Juca Kfouri declarou que o dinheiro da TV Record vem dos fiéis da Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd). A afirmação de Juca foi feita nesta quinta-feira (24/2), em sua coluna na Folha de S. Paulo. A emissora de TV e a igreja pertencem ao mesmo empresário, Edir Macedo.
A critica de Juca ao canal 7 de São Paulo está relacionada ao fato de seis clubes terem deixado o Clube dos 13 para negociar de forma independente os direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro. De acordo com o colunista, a briga entre os times e a entidade aconteceu "porque os que saíram (Botafogo, Corinthians, Coritiba, Flamengo, Fluminense e Vasco da Gama) não querem saber de mudanças e preferem a Globo".
"Eu, aliás, também preferiria, ainda mais que o dinheiro da Record é uma forma de concorrência desleal, porque da Iurd. Só os adeptos daquele chinês que não se importa com a cor do gato, desde que ele coma ratos, não dão bola à origem do dinheiro, como o Corinthians, com o aval de seu atual presidente, não se importou com a grana da MSI", diz Juca, em sua coluna, ao mostrar que também prefere ter sua imagem exibida na emissora da família Marinho.
Comentário parecido
A critica de Juca ao canal 7 de São Paulo está relacionada ao fato de seis clubes terem deixado o Clube dos 13 para negociar de forma independente os direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro. De acordo com o colunista, a briga entre os times e a entidade aconteceu "porque os que saíram (Botafogo, Corinthians, Coritiba, Flamengo, Fluminense e Vasco da Gama) não querem saber de mudanças e preferem a Globo".
"Eu, aliás, também preferiria, ainda mais que o dinheiro da Record é uma forma de concorrência desleal, porque da Iurd. Só os adeptos daquele chinês que não se importa com a cor do gato, desde que ele coma ratos, não dão bola à origem do dinheiro, como o Corinthians, com o aval de seu atual presidente, não se importou com a grana da MSI", diz Juca, em sua coluna, ao mostrar que também prefere ter sua imagem exibida na emissora da família Marinho.
Comentário parecido
Na noite desta quarta-feira (23/2), o jornalista já havia feito criticas à TV Record durante participação na jornada esportiva da CBN. Em conversa com o narrador Marcelo Gomes e com o apresentador Paulo Massini, Juca declarou que o dinheiro da emissora de Edir Macedo vem "da fé" e que as agências de publicidade preferem divulgar produtos na TV Globo, ao invés de veicularem na Record.
Antes disso, no quadro "Momento do Esporte", durante o "Jornal da CBN 2ª Edição", Juca questionou a parcialidade da Record. "A Record bateu no Andrés não foi por razões jornalísticas, foi pelo fato de ele ser a favor da Globo", disse.
Procurada pela reportagem, a Record disse que não irá se manifestar sobre as declarações de Juca.
COMUNIQUE-SE
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Dona de O Dia irá criar Redação em Brasília e aposta na integração de conteúdo
O grupo Ejesa (dono dos jornais O Dia, Brasil Econômico, Meia Hora e Marca Br), anunciou que irá lançar uma Redação em Brasília, para abastecer seus jornais com conteúdo da capital federal. Ainda este ano, além da nova Redação em Brasília e de novas instalações no Rio de Janeiro, a empresa investirá na integração das Redações de seus títulos.
"Vamos instalar uma equipe em Brasília que vai produzir conteúdo sobre o poder econômico e político para alimentar os nossos jornais. Não vai ser um veículo por si só, mas vai ser uma Redação que vai alimentar os nossos vários títulos”, explica Maria Alexandra.
A Redação do O Dia, Meia Hora e Marca Br, atualmente localizada no centro do Rio de Janeiro, passará a ocupar um prédio no bairro Cidade Nova, também na região central. Com a mudança, a empresa pretende integrar as Redações.
Integração
“Com a integração, o melhor jornalista de cada tema, com a sua equipe, trabalha com um conjunto de títulos, que depois serão adaptados ao seu público. Então vamos ter os melhores jornalistas especializados, com conteúdos que se adaptem ao seu título ou plataforma (mpresso, web, iPad). Isso não quer dizer que eu não dê importância para as marcas. Eu considero as nossas marcas artigos valiosos. Cada marca tem uma personalidade única”, explica Maria Alexandra Mascarenhas Vasconcellos, presidente do Conselho de Administração da Ejesa.
Alexandre Freeland, diretor executivo da empresa, conta que já existe integração entre o online e o impresso, mas que essa convergência será ainda maior. “Atualmente existe uma sinergia fantástica entre o online e o impresso. Queremos transportar essa sinergia para diferentes plataformas”, afirma.
Ele também explica que a convergência gera empregos nas duas cidades. "Os postos de trabalho em SP também criaram novas oportunidades de empregos aqui no Rio de Janeiro. Por exemplo, temos a infografia compartilhada, que gerou empregos no Rio e em São Paulo".
Crescimento
Quando foi criada, em setembro de 2009, a Ejesa contava com 96 colaboradores. Hoje, com a compra do O Dia e novas contratações, já são 1.200, 334 destes no Brasil Econômico. Ao todo, o grupo tem uma audiência de três milhões de leitores por dia.
O Dia, que irá completar 60 anos em 2011, representa a maior receita da empresa, que fechou 2010 com média 60.057 exemplares vendidos diariamente. No entanto, é o Meia Hora que circula nas mãos de um número maior de leitores, com uma média de 157.654 de circulação diária. O jornal é vendido a preço popular, R$ 0,50.
classe C abriu as portas
Maria Alexandra enfatiza que o crescimento da classe C foi determinante para a criação da empresa. “A classe C e o que está acontecendo no Brasil, em contraste com o resto do mundo, foi o que me convenceu a investir e criar a Ejesa. Só, e mais nada. Com a entrada de dezenas de milhões à classe C, e com milhões de estudantes que vão rapidamente ingressar no mercado de trabalho e são consumidores da informação, o Brasil está vivendo um momento único”, diz.
Concorrência entre populares
O mercado de títulos populares é cada vez mais disputado. Dos dez jornais brasileiros mais vendidos, quatro são populares, mas Maria Alexandra diz estar confiante. “Nós achamos que o Meia Hora é diferenciado. O Meia Hora é um dos nossos best-sellers, tem um índice de leitura que é uma loucura (2 milhões e 600 mil pessoas). É um jornal que circula nas mãos de muita gente".
Diferente do que acontece no Rio de Janeiro, em São Paulo o Meia Hora não encontra concorrentes com preço de capa similar. Mas há os jornais gratuitos, no entanto o grupo não se preocupa com esse tipo de veículo. “Eles têm uma área de atuação muito definida e numa região geográfica que eles procuram privilegiar o consumidor das classes A e B, e o nosso negócio é trabalhar com a classe C. Então o Meia Hora não tem concorrentes em São Paulo”, explica o novo diretor executivo do grupo, Paulo Fraga.
Desfiliação da ANJ
Em julho de 2010, a Ejesa pediu a desfiliação dos veículos do grupo da Associação Nacional de Jornais, após ter sido acusada pela entidade de violar o limite de 30% de capital estrangeiro na empresa. Para Maria Alexandra, que é brasileira, detém mais de 70% da participação da empresa, e conta com uma participação de menos de 30% do grupo português Ongoing Participações S.A, a acusação é absurda.
“Nós consideramos que essa atitude da ANJ é completamente incompreensível e inaceitável. Será que eles estão colocando as minhas competências como empresária em questão por eu ser mulher? Ou será medo da concorrência. Talvez seja mais por aí”, criticou.
Desafios e objetivos
Atualmente, os desafios e objetivos do grupo são atingir ainda mais praças de circulação dos jornais, criar a Redação em Brasília e aumentar a circulação do Brasil Econômico, que a empresa considera estar em um bom caminho, mas que pode crescer ainda mais. Atualmente, o Brasil Econômico, lançado em outubro de 2009, conta com uma tiragem de 40 mil exemplares, contra 54 mil de seu principal concorrente, o Valor Econômico. “Queremos transformá-lo no maior”, afirma Maria Alexandra.
Izabela Vasconcelos - Comunique-se
"Vamos instalar uma equipe em Brasília que vai produzir conteúdo sobre o poder econômico e político para alimentar os nossos jornais. Não vai ser um veículo por si só, mas vai ser uma Redação que vai alimentar os nossos vários títulos”, explica Maria Alexandra.
A Redação do O Dia, Meia Hora e Marca Br, atualmente localizada no centro do Rio de Janeiro, passará a ocupar um prédio no bairro Cidade Nova, também na região central. Com a mudança, a empresa pretende integrar as Redações.
Integração
“Com a integração, o melhor jornalista de cada tema, com a sua equipe, trabalha com um conjunto de títulos, que depois serão adaptados ao seu público. Então vamos ter os melhores jornalistas especializados, com conteúdos que se adaptem ao seu título ou plataforma (mpresso, web, iPad). Isso não quer dizer que eu não dê importância para as marcas. Eu considero as nossas marcas artigos valiosos. Cada marca tem uma personalidade única”, explica Maria Alexandra Mascarenhas Vasconcellos, presidente do Conselho de Administração da Ejesa.
Alexandre Freeland, diretor executivo da empresa, conta que já existe integração entre o online e o impresso, mas que essa convergência será ainda maior. “Atualmente existe uma sinergia fantástica entre o online e o impresso. Queremos transportar essa sinergia para diferentes plataformas”, afirma.
Ele também explica que a convergência gera empregos nas duas cidades. "Os postos de trabalho em SP também criaram novas oportunidades de empregos aqui no Rio de Janeiro. Por exemplo, temos a infografia compartilhada, que gerou empregos no Rio e em São Paulo".
Crescimento
Quando foi criada, em setembro de 2009, a Ejesa contava com 96 colaboradores. Hoje, com a compra do O Dia e novas contratações, já são 1.200, 334 destes no Brasil Econômico. Ao todo, o grupo tem uma audiência de três milhões de leitores por dia.
O Dia, que irá completar 60 anos em 2011, representa a maior receita da empresa, que fechou 2010 com média 60.057 exemplares vendidos diariamente. No entanto, é o Meia Hora que circula nas mãos de um número maior de leitores, com uma média de 157.654 de circulação diária. O jornal é vendido a preço popular, R$ 0,50.
Maria Alexandra visita as obras das novas instalações da Redação, ao lado de Alexandre Freeland (Foto: João Laet)
classe C abriu as portas
Maria Alexandra enfatiza que o crescimento da classe C foi determinante para a criação da empresa. “A classe C e o que está acontecendo no Brasil, em contraste com o resto do mundo, foi o que me convenceu a investir e criar a Ejesa. Só, e mais nada. Com a entrada de dezenas de milhões à classe C, e com milhões de estudantes que vão rapidamente ingressar no mercado de trabalho e são consumidores da informação, o Brasil está vivendo um momento único”, diz.
Concorrência entre populares
O mercado de títulos populares é cada vez mais disputado. Dos dez jornais brasileiros mais vendidos, quatro são populares, mas Maria Alexandra diz estar confiante. “Nós achamos que o Meia Hora é diferenciado. O Meia Hora é um dos nossos best-sellers, tem um índice de leitura que é uma loucura (2 milhões e 600 mil pessoas). É um jornal que circula nas mãos de muita gente".
Diferente do que acontece no Rio de Janeiro, em São Paulo o Meia Hora não encontra concorrentes com preço de capa similar. Mas há os jornais gratuitos, no entanto o grupo não se preocupa com esse tipo de veículo. “Eles têm uma área de atuação muito definida e numa região geográfica que eles procuram privilegiar o consumidor das classes A e B, e o nosso negócio é trabalhar com a classe C. Então o Meia Hora não tem concorrentes em São Paulo”, explica o novo diretor executivo do grupo, Paulo Fraga.
Desfiliação da ANJ
Em julho de 2010, a Ejesa pediu a desfiliação dos veículos do grupo da Associação Nacional de Jornais, após ter sido acusada pela entidade de violar o limite de 30% de capital estrangeiro na empresa. Para Maria Alexandra, que é brasileira, detém mais de 70% da participação da empresa, e conta com uma participação de menos de 30% do grupo português Ongoing Participações S.A, a acusação é absurda.
“Nós consideramos que essa atitude da ANJ é completamente incompreensível e inaceitável. Será que eles estão colocando as minhas competências como empresária em questão por eu ser mulher? Ou será medo da concorrência. Talvez seja mais por aí”, criticou.
Desafios e objetivos
Atualmente, os desafios e objetivos do grupo são atingir ainda mais praças de circulação dos jornais, criar a Redação em Brasília e aumentar a circulação do Brasil Econômico, que a empresa considera estar em um bom caminho, mas que pode crescer ainda mais. Atualmente, o Brasil Econômico, lançado em outubro de 2009, conta com uma tiragem de 40 mil exemplares, contra 54 mil de seu principal concorrente, o Valor Econômico. “Queremos transformá-lo no maior”, afirma Maria Alexandra.
Izabela Vasconcelos - Comunique-se
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Autoridades de Nova Friburgo contestam reportagem da Veja sobre tragédia na região
A Prefeitura de Nova Friburgo e órgãos de Justiça do Rio de Janeiro divulgaram uma nota em que contestam a reportagem “Um banho de lama na civilização”, publicada na revista Veja no dia 19/01/10. A nota também é assinada pelo Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro, Ministério Público (RJ), Defensoria Pública (RJ), OAB/RJ (9ª Subseção), diretoria do IML-AP/RJ e delegacia da Polícia de Nova Friburgo.
O texto das entidades diz que a revista foi sensacionalista e publicou inverdades sobre a operação do IML. Segundo a nota, os corpos não foram colocados um por cima do outro, mas lado a lado e não houve sepultamentos em covas coletivas ou negligência na identificação dos mortos.
“Assim, é com extremo pesar, que em meio a um evento trágico e que entristeceu a todos, tenhamos que vir a público repudiar as inverdades publicadas, de cunho meramente sensacionalista, a fim de evitar que o desserviço gerado pela matéria venha a causar mais prejuízo, sofrimento e comoção aos familiares das vítimas e a toda nossa comunidade”.
O texto das entidades diz que a revista foi sensacionalista e publicou inverdades sobre a operação do IML. Segundo a nota, os corpos não foram colocados um por cima do outro, mas lado a lado e não houve sepultamentos em covas coletivas ou negligência na identificação dos mortos.
“Assim, é com extremo pesar, que em meio a um evento trágico e que entristeceu a todos, tenhamos que vir a público repudiar as inverdades publicadas, de cunho meramente sensacionalista, a fim de evitar que o desserviço gerado pela matéria venha a causar mais prejuízo, sofrimento e comoção aos familiares das vítimas e a toda nossa comunidade”.
Procurada pelo Comunique-se, a Veja ainda não se manifestou.
Confira a íntegra da nota:
Confira a íntegra da nota:
NOTA CONJUNTA DE REPÚDIO - VEJA
O PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, O MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, A DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, A OAB/RJ, POR SUA 9ª SUBSEÇÃO, O MUNICÍPIO DE NOVA FRIBURGO, O DIRETOR DO IML-AP/RJ E O DELEGADO DE POLÍCIA TITULAR DE NOVA FRIBURGO, vem apresentar nota conjunta repudiando a matéria publicada na Revista Veja, edição 2200, ano 44, nº 03, de 19 de janeiro de 2011, em especial, o conteúdo do último parágrafo de fls. 54 até o primeiro parágrafo de fls. 56, em razão de seu conteúdo totalmente inverídico, conforme será esclarecido a seguir:
1) Inicialmente, cumpre esclarecer que em momento algum os corpos da vítimas fatais ficaram sobrepostos uns sobre os outros no Instituto de Educação de Nova Friburgo, local em que foi montado um posto provisório do IML, em razão da catástrofe que assolou toda esta região, mas sim acomodados separadamente lado a lado no ginásio do Instituto;
2) O acesso ao referido Instituto foi limitado às autoridades públicas e aos integrantes das Instituições inicialmente referidas, sendo certo que o ingresso dos familiares no local para a realização de reconhecimento somente foi permitido após autorização de um dos integrantes das mencionadas instituições e na companhia permanente do mesmo;
3) A liberação dos corpos para sepultamento somente foi autorizada após o devido reconhecimento efetuado por um familiar, sendo totalmente falsa a afirmação de que “ao identificar um conhecido, bastava levá-lo embora, sem a necessidade de comprovar o parentesco”. Frise-se, que mesmo com o reconhecimento, foi realizado posteriormente procedimento de identificação pelos peritos da Policia Civil do Estado do Rio de Janeiro, bem como de outros cedidos pela Polícia Civil de São Paulo, pela Polícia Federal e pelo Exercito Brasileiro, estes por intermédio da Secretaria Nacional de Segurança Pública, com a análise da impressão digital, do exame de arcada dentária e exame de DNA;
4) Ademais, cada um dos falecidos foi colocado em uma urna e sepultado individualmente, não existindo qualquer tipo de sepultamento coletivo, mas sim vários sepultamentos individuas e simultâneos no mesmo cemitério;
5) Em meio a infeliz perda de 371 vidas, somente neste Município de Nova Friburgo (até presente momento) é importante registrar que houve apenas 03 (três) casos de divergência dos reconhecimentos feitos pelos parentes, os quais estão sendo devidamente esclarecidos pelos peritos do IML/Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, através do exame das impressões digitais, das arcadas dentárias e do exame de DNA.
Assim, ao contrário do que a narrativa contida na matéria publicada leva o leitor a concluir, não houve uma feira livre na busca e no sepultamento de corpos, mas ao contrário, um trabalho sério realizado por profissionais exemplares, dedicados e comprometidos em minimizar, naquilo em que era possível, o sofrimento da população local, e ainda preservar, dentro das possibilidades existentes, a ordem e a saúde pública.
Aliás, o respeito pelas famílias e pelos corpos dos cidadãos falecidos não permitiria que os mesmos fossem tratados pelas autoridades da maneira descrita pelas jornalistas.
Assim, é com extremo pesar, que em meio a um evento trágico e que entristeceu a todos, tenhamos que vir a público repudiar as inverdades publicadas, de cunho meramente sensacionalista, a fim de evitar que o desserviço gerado pela matéria venha a causar mais prejuízo, sofrimento e comoção aos familiares das vítimas e a toda nossa comunidade.
Nova Friburgo, 21 de janeiro de 2011.
Paulo Vagner Guimarães Pena
Juiz de Direito
Dirigente do Fórum e do 9º NUR-N. Friburgo
Matrícula 21.121
Fernando Luis G. de Moraes
Juiz de Direito
Matrícula 29.813
Gustavo Henrique Nascimento Silva
Juiz de Direito
Matrícula 27.318
Hédel Nara Ramos Jr.
Promotor de Justiça
Coordenador Regional do Ministério Público
Matrícula 1.287/MPRJ
Dermeval Barboza Moreira Neto
Prefeito do Município de Nova Friburgo
Marcelo Barucke
Defensor Público
Coordenador Regional da Defensoria Pública
Matrícula nº 817.882-4
Carlos André Rodrigues Pedrazzi
Advogado – OAB/RJ nº 59820
Presidente da 9ª Subseção da OAB/RJ
Rômulo Luiz de Aquino Colly
Advogado – OAB/RJ nº 110.995
Vice-Presidente da 9ª Subseção da OAB/RJ
Sérgio Simonsen
Perito Legista
Diretor do IML-AP/RJ
Matrícula 872.246-4
José Pedro Costa da Silva
Delegado de Polícia de Nova Friburgo
Matrícula 823.230-8
Fonte: Comunique-se
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Super Notícia passa a Folha e editor acredita que jornal possa crescer ainda mais
O editor do jornal Super Notícia, Rogério Maurício, comemora o fato de o veículo fechar 2010 como o periódico de maior circulação do Brasil, à frente da Folha de S.Paulo, que liderou o ranking por 24 anos, mas acredita que o jornal mineiro ainda possa crescer mais. “Num mercado como o nosso, numa cidade grande, ainda temos espaço para crescer ainda mais”, afirmou. O jornal, que custa R$ 0,25, registrou média diária de circulação de 295.701 exemplares, contra 294.498 da Folha.
Para Rogério, o crescimento da classe C impulsionou as vendas do jornal popular. “Nossos leitores não migraram de outro jornal para o nosso. É um novo mercado leitor. São pessoas que nunca leram jornal e encontram o Super Notícia em padarias, mercearias e bancas”, explica.
Outro fato que pode ter incrementando as vendas foi o lançamento da revista Super TV, que circula às quintas-feiras com o jornal. A revista, com uma tiragem de 100 mil exemplares, é vendida por R$ 0,75 e foi lançada no dia 16 de setembro de 2010.
A Redação do Super Notícia é formada por cerca de 20 jornalistas, mas um número grande de profissionais de O Tempo e O Tempo Online colaboram com o jornal mineiro, num trabalho integrado.
O principal concorrente do Super Notícia é o Aqui MG, dos Diários Associados, que aparece na 27º posição do ranking, com 41.539 exemplares.
Leia também:
Folha perde liderança em circulação para jornal popular de MG
Comunique-se - Izabela Vasconcelos
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